Te encontro na ausência
Quem nunca se apaixonou que jogue a primeira pedra, mas será que todos já amaram algum dia? Há uma grande discussão sobre o verdadeiro amor, até afirmam que existem pessoas que vão morrem e nunca viverão tal experiencia, dessa forma é válido dar uma prévia do que seria o amor e do que seria a paixão, conceito o qual, acredito eu, quase todos concordarão comigo. Primeiro vamos falar da paixão, sentimento intenso, seguido de grande insegurança, os apaixonados têm muito medo de perder a pessoa amada. Tal sentimento é marcado por muitos sintomas corporais, “borboletas no estomago”, taquicardia, suspiros e insônia, acredito que a medicina poderia até confundir seus sintomas como alguma doença grave, os gregos já se referiam a paixão como uma estória que no final terminará em alguma “cagada” (juro que não sei nada sobre sua vida pessoal).
O amor é tido como um sentimento mais calmo e seguro, confio que isso ocorre porque há mais segurança entre as pessoas que estão envolvidas, o medo de perder quase que se foi completamente, as borboletas no estomago se acalmaram e o coração se aquietou. Muitas pessoas confundem a chegada do amor como o final do sentimento, inclusive alguns até podem terminar suas relações por causa disso, afirmo com certeza que o sentimento não teve seu fim, ele apenas se transformou e como eu já mencionei, ele amadureceu.
Onde quero chegar com tudo isso? Quando se ama alguém ou se é apaixonado (principalmente) a vontade de estar com essa pessoa é de 24hs por dia, mas o que muitos não sabem é que o amor e a paixão são sentimentos nutridos não só com a presença, mas com a ausência, o amor e a paixão necessitam da saudade, da falta do outro. Casais que convivem o tempo todo acabam por “saciar a fome do outro”, barriga cheia não pede comida, na verdade até a evita, já deve ter acontecido com vocês uma vontade incontrolável de comer alguma coisa, posso usar como exemplos maçãs (você pode imaginar a fruta de sua preferência ou alguma guloseima). Você gosta de maçãs, claro, come todas as que pode até saciar sua fome, além de comer o tanto que pode, as maçãs estão por toda a sua casa, você acorda vendo maçãs, dorme vendo maçãs, tem fotos de maçãs na sua parede, seu desejo pela fruta diminui, é necessário ficar longe da fruta para que a fome volte.
Assim mesmo acontece nas relações, você adora a pessoa, mas dorme com ela, toma banho com ela, passeia com ela, vocês compartilham inclusive algumas vezes até os amigos, há alguns casais, coitados, que inclusive trabalham juntos. Aí vem o tempo e a falta de interesse pelo outro diminui ou até mesmo acaba, e vem a dúvida, ainda gosto dele(a)? o que aconteceu com nosso amor? Como já falei, somo seres “desejantes”, ninguém sente falta daquilo que é lhe dado em demasia, é preciso programar ausências, dar tempo para que a falta seja sentida, é preciso sentir fome do outro novamente, acordar as borboletas que estavam adormecidas na barriga. Curiosamente, aquele que está ausente é o que se faz mais presente dentro de nós. Relacionamento não é prisão, se for, o que um prisioneiro mais quer na vida é se ver livre, um casal tem 2 vidas, a vida que escolheu compartilhar com o cônjuge e a sua própria vida, é preciso curtir a solitude mesmo sendo casado. Todo mundo já notou que as grandes estórias de amor sempre são difíceis, talvez a pessoa more longe, foi duro conseguir que o relacionamento desse certo, o ser humano odeia o que é fácil (infelizmente). Amor de verdade necessita de ausências, com fome até angu fica delicioso, sem fome qualquer comida é ruim.
O amor é tido como um sentimento mais calmo e seguro, confio que isso ocorre porque há mais segurança entre as pessoas que estão envolvidas, o medo de perder quase que se foi completamente, as borboletas no estomago se acalmaram e o coração se aquietou. Muitas pessoas confundem a chegada do amor como o final do sentimento, inclusive alguns até podem terminar suas relações por causa disso, afirmo com certeza que o sentimento não teve seu fim, ele apenas se transformou e como eu já mencionei, ele amadureceu.
Onde quero chegar com tudo isso? Quando se ama alguém ou se é apaixonado (principalmente) a vontade de estar com essa pessoa é de 24hs por dia, mas o que muitos não sabem é que o amor e a paixão são sentimentos nutridos não só com a presença, mas com a ausência, o amor e a paixão necessitam da saudade, da falta do outro. Casais que convivem o tempo todo acabam por “saciar a fome do outro”, barriga cheia não pede comida, na verdade até a evita, já deve ter acontecido com vocês uma vontade incontrolável de comer alguma coisa, posso usar como exemplos maçãs (você pode imaginar a fruta de sua preferência ou alguma guloseima). Você gosta de maçãs, claro, come todas as que pode até saciar sua fome, além de comer o tanto que pode, as maçãs estão por toda a sua casa, você acorda vendo maçãs, dorme vendo maçãs, tem fotos de maçãs na sua parede, seu desejo pela fruta diminui, é necessário ficar longe da fruta para que a fome volte.
Assim mesmo acontece nas relações, você adora a pessoa, mas dorme com ela, toma banho com ela, passeia com ela, vocês compartilham inclusive algumas vezes até os amigos, há alguns casais, coitados, que inclusive trabalham juntos. Aí vem o tempo e a falta de interesse pelo outro diminui ou até mesmo acaba, e vem a dúvida, ainda gosto dele(a)? o que aconteceu com nosso amor? Como já falei, somo seres “desejantes”, ninguém sente falta daquilo que é lhe dado em demasia, é preciso programar ausências, dar tempo para que a falta seja sentida, é preciso sentir fome do outro novamente, acordar as borboletas que estavam adormecidas na barriga. Curiosamente, aquele que está ausente é o que se faz mais presente dentro de nós. Relacionamento não é prisão, se for, o que um prisioneiro mais quer na vida é se ver livre, um casal tem 2 vidas, a vida que escolheu compartilhar com o cônjuge e a sua própria vida, é preciso curtir a solitude mesmo sendo casado. Todo mundo já notou que as grandes estórias de amor sempre são difíceis, talvez a pessoa more longe, foi duro conseguir que o relacionamento desse certo, o ser humano odeia o que é fácil (infelizmente). Amor de verdade necessita de ausências, com fome até angu fica delicioso, sem fome qualquer comida é ruim.
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