Noite
Todo mundo sabe que a noite nada mais é do que o momento que a luz do sol não consegue atingir a superfície de parte do planeta Terra, dessa forma, tudo fica escuro. Essa explicação resume tudo e deixa as coisas muito chatas e óbvias. A noite é muito mais que isso, ela é mistério, encanto e magia.
Antigamente ela marcava basicamente o momento de ir dormir, se acomodar. Porém, com a energia elétrica isso mudou, há quem seja mais ativo pela noite que pela manhã, seja pelo trabalho ou simples preferência pessoal. A noite da cidade é bem conhecida por nós, alguns trabalham, outros se divertem, saímos para comer, dentre muitas outras atividades, todavia, não é dessa noite que quero falar, quero falar da noite no interior.
No interior o tempo parece que passa devagar, ele flui com uma preguiça gostosa que todos nós apreciamos, a chegada da noite é muito mais empolgante que na cidade, ela traz sons e cheiros peculiares. Logo quando o sol começa a se pôr ouvimos o coachar dos sapos, o som dos grilos e sentimos na pele o frio sereno que começa a cair. Sei que quase todas as comunidades hoje tem luz elétrica mas antigamente não era assim, o começo da noite era marcado com o cheiro das lamparinas que queimavam querosene para iluminar as casas, a chama dotada de uma dança específica balançava mas nunca se apagava.
Geralmente as pessoas tinham trabalhado muito durante o dia, trabalho que cansava bastante o corpo mas que deixava a mente ávida pela conversa da noite com vizinhos e parentes. Muitos anos antes da invenção dos celulares e quando nem todos possuíam TV, a conversa era o jeito como as pessoas encontravam de passar o tempo e contar os causos que tinham acontecido durante o dia. As crianças ficavam do lado, conduziam sua própria conversa só que com um pouco mais de animação, sempre alternadas com brincadeiras que envolviam adivinhações e corre-corre. Nem sempre se dormia em cama, atávamos as redes e a conversa ainda fluía mansinha. Os adultos iam deitar e advertiam que a hora de dormir já havia chegado. Sem muita cerimônia todo mundo acabava adormecendo, e a noite passava sem nenhuma pressa de acabar...
Antigamente ela marcava basicamente o momento de ir dormir, se acomodar. Porém, com a energia elétrica isso mudou, há quem seja mais ativo pela noite que pela manhã, seja pelo trabalho ou simples preferência pessoal. A noite da cidade é bem conhecida por nós, alguns trabalham, outros se divertem, saímos para comer, dentre muitas outras atividades, todavia, não é dessa noite que quero falar, quero falar da noite no interior.
No interior o tempo parece que passa devagar, ele flui com uma preguiça gostosa que todos nós apreciamos, a chegada da noite é muito mais empolgante que na cidade, ela traz sons e cheiros peculiares. Logo quando o sol começa a se pôr ouvimos o coachar dos sapos, o som dos grilos e sentimos na pele o frio sereno que começa a cair. Sei que quase todas as comunidades hoje tem luz elétrica mas antigamente não era assim, o começo da noite era marcado com o cheiro das lamparinas que queimavam querosene para iluminar as casas, a chama dotada de uma dança específica balançava mas nunca se apagava.
Geralmente as pessoas tinham trabalhado muito durante o dia, trabalho que cansava bastante o corpo mas que deixava a mente ávida pela conversa da noite com vizinhos e parentes. Muitos anos antes da invenção dos celulares e quando nem todos possuíam TV, a conversa era o jeito como as pessoas encontravam de passar o tempo e contar os causos que tinham acontecido durante o dia. As crianças ficavam do lado, conduziam sua própria conversa só que com um pouco mais de animação, sempre alternadas com brincadeiras que envolviam adivinhações e corre-corre. Nem sempre se dormia em cama, atávamos as redes e a conversa ainda fluía mansinha. Os adultos iam deitar e advertiam que a hora de dormir já havia chegado. Sem muita cerimônia todo mundo acabava adormecendo, e a noite passava sem nenhuma pressa de acabar...
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