Medo
Há um salmo que diz o seguinte; Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, sei que o salmo não está completo mas é o suficiente para que eu conteste sua veracidade. Na minha opinião uma pessoa que diz não sentir medo se enquadrada em apenas duas categorias; doente mental ou mentirosa, onde já viu não sentir medo? Vale ressaltar aqui que eu me refiro ao medo como forma de combustível para que consigamos realizar nossos grandes feitos em nossa vida, não o medo patológico e sem sentido, esse deve ser tratado pelos profissionais habilitados para tal serviço.
Vamos analisar a função do medo em nossa vida, desde nossa tenra infância a criança quando já consegue andar, se dá conta que é um ser separado de sua mãe e percebe que tem uma certa autonomia para explorar novos terrenos, e assim ela o faz, com cuidado e curiosidade, mas essa criança traz dentro de si o maior medo de todos, o medo da ausência materna, quem tem filho pequeno sabe o quão "doído" é um choro que busca o aconchego daquele colo que lhe acalenta desde sempre.
A adolescência, nossa, que fase. Talvez a fase mais medrosa de todas, mesmo que todo adolescente diga que seja mentira (eles adoram pagar de corajosos), irei citar aqui apenas alguns dos medos; medo da pessoa amada descobrir o seu amor, medo das notas da escola, medo daquelas espinhas nunca sumirem do seu rosto, medo do corpo não ficar do jeito que se quer...Chegando na fase adulta, ahhh, a fase adulta, todos "super corajosos e maduros", coisa nenhum, sempre defendi que adultos são apenas crianças vivendo um teatro onde é proibido dizer o que se pensa, o que se sente e o que se quer, quem dera um dia ocorresse um surto coletivo e todos deixassem esse teatro de lado (mas isso aqui é assunto pra outro texto).
Adulto morre de medo! Mas isso não é ruim, só é ruim se isso te paralisar, é por medo que trabalhamos, estudamos e sustentamos nossa família, só há um medo na fase adulta que não me agrada e pra mim é totalmente inútil, o medo da morte, tendo medo ou não, essa luta já está perdida, que inveja tenho dos animais que só sofrem na hora da desgraça, adoraria viver nesse quesito como um animal, desfrutar o presente, esquecer do passado e ignorar o futuro.
Vamos analisar a função do medo em nossa vida, desde nossa tenra infância a criança quando já consegue andar, se dá conta que é um ser separado de sua mãe e percebe que tem uma certa autonomia para explorar novos terrenos, e assim ela o faz, com cuidado e curiosidade, mas essa criança traz dentro de si o maior medo de todos, o medo da ausência materna, quem tem filho pequeno sabe o quão "doído" é um choro que busca o aconchego daquele colo que lhe acalenta desde sempre.
A adolescência, nossa, que fase. Talvez a fase mais medrosa de todas, mesmo que todo adolescente diga que seja mentira (eles adoram pagar de corajosos), irei citar aqui apenas alguns dos medos; medo da pessoa amada descobrir o seu amor, medo das notas da escola, medo daquelas espinhas nunca sumirem do seu rosto, medo do corpo não ficar do jeito que se quer...Chegando na fase adulta, ahhh, a fase adulta, todos "super corajosos e maduros", coisa nenhum, sempre defendi que adultos são apenas crianças vivendo um teatro onde é proibido dizer o que se pensa, o que se sente e o que se quer, quem dera um dia ocorresse um surto coletivo e todos deixassem esse teatro de lado (mas isso aqui é assunto pra outro texto).
Adulto morre de medo! Mas isso não é ruim, só é ruim se isso te paralisar, é por medo que trabalhamos, estudamos e sustentamos nossa família, só há um medo na fase adulta que não me agrada e pra mim é totalmente inútil, o medo da morte, tendo medo ou não, essa luta já está perdida, que inveja tenho dos animais que só sofrem na hora da desgraça, adoraria viver nesse quesito como um animal, desfrutar o presente, esquecer do passado e ignorar o futuro.
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