Quase Namorada
Na adolescência acontecem várias transformações em nosso corpo e na nossa mente, no corpo as transformações geradas pelos hormônios sexuais trazem junto consigo, não somente uma potencialização dos caracteres do gênero biológico como também começamos a despertar para o sexo, não somente o ato sexual em si, mas sim tudo que envolve a atração pelo sexo que lhe agrada.
O mundo moderno é conhecido por nos enquadrar em determinada rotina, seja indo para o trabalho, escola ou faculdade, há quem reclama disso, mas a rotina se faz necessária para que o cotidiano não se torne mais desgastante do que já é. Andava cerca de um uns 2km até chegar à escola, na maioria das vezes ia sozinho, e andar sozinho nos faz ficar calados, e uma boca calada quase sempre esconde uma mente barulhenta, aquele trajeto de ir e vir da escola se tornara para minha pessoal uma espécie de meditação diária, a qual comecei a apreciar muito. Mas certo dia, um dia ensolarado me mostrou que o sol não brilha somente no céu, notei uma garota, pela sua aparência deveria ter a minha idade na época, não sei explicar o que senti, até porque certas sensações não podem ser explicadas somente por palavras, elas devem ser apenas sentidas. Após esse acontecimento, eu religiosamente me policiava para que fizesse o trajeto sempre no mesmo horário para que encontrasse sempre a menina me espiando na janela, e isso quase sempre acontecia, dentro de mim criei certa afeição com aquela pessoa que eu jamais sequer tinha trocado uma única palavra. Me apaixonei, amei, sentia saudades, aquilo que somente eu sentia ninguém poderia estragar, eu até pensei em chegar e falar o que sentia, mas me dei conta que algumas coisas nunca acontecem justamente para que aconteçam sempre dentro de nós. E vivi esse amor por quase 1 ano, só precisava vê-la um vez ao dia, não trocavamos nem olhares, eu era fiel ao que eu sentia e ela como não sabia de nada não poderia estragar o que eu vicênciava de maneira solitária. Após muito tempo ela sumiu, no começo me desesperei, cada vez que eu passava e não a via mais ela era presente em minha vida, não com sua presença, mas sim nos meus pensamentos que procurava mil explicações para a sua ausência. Mudou de cidade? De casa? Morreu? Eu nunca fiquei sabendo de nada, e lá se foi o meu primeiro amor, sem nunca sequer saber da existência do meu sentimento, talvez tenha até sido melhor assim...
O mundo moderno é conhecido por nos enquadrar em determinada rotina, seja indo para o trabalho, escola ou faculdade, há quem reclama disso, mas a rotina se faz necessária para que o cotidiano não se torne mais desgastante do que já é. Andava cerca de um uns 2km até chegar à escola, na maioria das vezes ia sozinho, e andar sozinho nos faz ficar calados, e uma boca calada quase sempre esconde uma mente barulhenta, aquele trajeto de ir e vir da escola se tornara para minha pessoal uma espécie de meditação diária, a qual comecei a apreciar muito. Mas certo dia, um dia ensolarado me mostrou que o sol não brilha somente no céu, notei uma garota, pela sua aparência deveria ter a minha idade na época, não sei explicar o que senti, até porque certas sensações não podem ser explicadas somente por palavras, elas devem ser apenas sentidas. Após esse acontecimento, eu religiosamente me policiava para que fizesse o trajeto sempre no mesmo horário para que encontrasse sempre a menina me espiando na janela, e isso quase sempre acontecia, dentro de mim criei certa afeição com aquela pessoa que eu jamais sequer tinha trocado uma única palavra. Me apaixonei, amei, sentia saudades, aquilo que somente eu sentia ninguém poderia estragar, eu até pensei em chegar e falar o que sentia, mas me dei conta que algumas coisas nunca acontecem justamente para que aconteçam sempre dentro de nós. E vivi esse amor por quase 1 ano, só precisava vê-la um vez ao dia, não trocavamos nem olhares, eu era fiel ao que eu sentia e ela como não sabia de nada não poderia estragar o que eu vicênciava de maneira solitária. Após muito tempo ela sumiu, no começo me desesperei, cada vez que eu passava e não a via mais ela era presente em minha vida, não com sua presença, mas sim nos meus pensamentos que procurava mil explicações para a sua ausência. Mudou de cidade? De casa? Morreu? Eu nunca fiquei sabendo de nada, e lá se foi o meu primeiro amor, sem nunca sequer saber da existência do meu sentimento, talvez tenha até sido melhor assim...
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